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procedimento:
Arrastar a rapadura de Canápolis/BA (que foi arrastada nas peles de Santiago do Chile em 2024, que descansou sete meses dentro de uma caixa num quarto de uma casa-sobrado em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, e que se deslocou comigo até Atibaia, no interior de São Paulo, depois subiu a Serra de Visconde de Mauá, na Mantiqueira, e viajou setecentos quilômetros de Resende/RJ até Curitiba/PR para então viajar mais de quinhentos quilômetros até Bauru) na UNESP, em Bauru/SP. Relacionar territórios estranhos e apostar nesse encontro. Ativar o corpo e as materialidades antes de botar palavra na boca. Soprar o pajarito de barro e água chamando por Lúcia Barros toda vez que faltar coragem.
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